Corações Abertos

Bernardo: por amor à família e pelos Jasc

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Por Heron Queiroz

Ele tem 2,03m, natural de Florianópolis, foi uma das grandes promessas do vôlei nacional quando integrou a seleção brasileira juvenil entre os 16 e 20 anos de idade. Além disso, tem nome que lembra outros craques da modalidade. Bernardo Reitz chega a mais uma edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), defendendo agora São José.

Atuou em equipes como  C.E. Bom Jesus, São José, Bonja/Mantac/Joinville, Cimed/Malwee, Cimed/Sky, Super Imperatriz Vôlei/Floripa e Funvic/Taubaté. Mas, aos 27 anos, Bernardo está praticamente afastado do voleibol, desde 2015, quando deixou o Taubaté. Entre seguir a carreira no esporte e ajudar o pai nos negócios de produção de grama em Biguaçu, ele preferiu ficar ao lado de seu Francisco.

Gosta de se dedicar ao trabalho, à esposa e a seus dois filhos. Mas há algo do qual ele não abre mão; algo que sempre o remete à época em que estava no auge do esporte: participar dos Jasc. Desde o início de sua carreira, Bernardo participou dos Jasc, exceto no ano em que esteve no Taubaté. Defendeu, nesse período, as camisas de Florianópolis, Joinville e Blumenau, pela qual conquistou o título em 2017.

“Participar dos Jasc é gratificante. É um evento que nos permite divertir, criar bons momentos e rever os amigos, sem tirar o foco do objetivo máximo, que é a busca pelo título”, destacou Bernardo, que pretende seguir participando de muitas mais edições dos Jogos Abertos.

 

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